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sexta-feira, 5 de março de 2010

Do Mito ao Pó - parte II - Virtudes Hedônicas



Na década de 50 do século XX, eclodiu a conclatura, movimento de contestação social assumidamente hedonista. Dessa geração, os meios de comunicação em massa, em ascensão, começaram a promover os mitos modernos, utilizando estratégias de marketing e produção e com propósitos bem definidos. independente do mérito da qualidade artística, foi assim que nasceram Elvis presley, Beatles, James Dean, Marilyn Monroe e outros, inclusive Michael Jackson. "Esse negócio de astro pop é armação da imprensa pra vender disco e filme. Eles pegam qualquer um e transformam o cara numa celebridade da noite pro dia", observa Tadeu Armarndo Coelho.
As estrelas da mídia não são mais eleitas por possuírem virtudes nobres ou elevação artística, intelectual ou espiritual. Se um mito é o modelo em que todos querem se espelhar, o pragmatismo moderno vai direto ao anseio inconsciente da maioria: obter dinheiro e fama. Não importa mais se o ídolo é desajustado socialmente ou tem comportamento pouco louvável ou reprovável - muitos se valem disso ao extremo para alcançar o sucesso, como a escandalosa cantora Madona. "Queria ser um astro pop pra poder fazer o que quiser, ter as mulheres todas aos meus pés e ainda ficar acima da lei. É o sonho de qualquer mano" , aponta Willian Carlos Ferreira de Ipatinga.
Michael jacksn tinha qualidades artísticas inegáveis e, apesar das excentricidades e dubiedades em torno de sua biografia, merece o título de ultimo rei do pop. A tendência atual é que astros sejam construídos e destruídos meteoricamente, conforme a profecia de um ícone do mundo pop, o pintor Andy Warhol, que disse: " no futuro todos terão seus 15 minutos de fama".

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